A moda passa, mas a essência fica!?!

É notório que o Reggae no Brasil está em ascensão e que o ritmo por um
bom tempo tem chamado a atenção das mais diversas camadas da sociedade
e principalmente da mídia de massa, como a televisão, rádios, jornais e
revistas de grande circulação nacional. Com toda essa promoção
feita pelos meios de comunicação, o natural é que curiosos, ou até
pessoas que já tinham uma mínima afinidade pelo assunto, passem a se
interessar cada vez mais, o que em primeira instância cria uma sensação
parecida com o surgimento de uma nova moda.

Apesar da grande maioria das pessoas envolvidas com o ritmo serem contra a existência de grupos ou de artistas que se aproveitam dessa onda, é inegável que momentos como esse
auxiliam a disseminação dos autênticos ideais e da essência que o
Reggae procura passar, já que os verdadeiros interessados sempre vão
além do que lhes é “empurrado” pela mídia. Nesse cenário em que o
dinheiro mantém vivos também os artistas da velha guarda, um problema
tem surgido afetando a essência e ameaçado o acontecimento de eventos
de grande porte com artistas até reconhecidos internacionalmente, e que
vem de carreiras que chegam até aos mais de 30 anos.

Para não arriscar o seu dinheiro e as suas carreiras como empresários (o que não
deixa de estar certo), criou-se no Brasil uma tradição de misturar
grandes atrações internacionais como The Gladiators, Alpha Blondy, Israel Vibration,
Culture, Don Carlos, U-Roy, Burning Spear, dentre outros, com alguns
artistas brasileiros (salve exceções claro) que estão apenas em
evidência na mídia, mas que passam longe dos ideais do Reggae e que
desagradam o público que está mais ligado às tradições do ritmo do Jah.
Este público acaba deixando de ver seus “artistas de cabeceira” somente
pela presença dos “tais grupos de moda”.

Isso é um problema latente, e cada vez mais tem sido percebida a ausência dos originais
apreciadores do ritmo que por tanto tempo foi discriminado no país, e
logo agora em sua ascensão tem estado desamparado pelos que antes
hasteavam a sua bandeira. Como pode ser visto, a mídia que constrói,
também pode destruir. Com o tempo, assim como já aconteceu com tantos
outros ritmos musicais no país, a moda vai passar, e a essência irá
ficar, mas cabe aos verdadeiros incentivadores do Reggae não deixar que
essa essência suma aos poucos como vem acontecendo nesse momento.

Apesar dessa falta de apoio por uma parte do público em si, muitos grupos
estão mantendo a chama acesa em cada estado e região do país, já que
sempre é possível ouvir falar de organizações ou pessoas que promovem
reuniões para discutir as origens do reggae, bem como mostrar aos que
estão ingressando nesse mundo qual é a verdade por trás de tudo que
existe. Portanto, se você realmente se importa com a evolução do Reggae
no Brasil, e mais do que nunca quer manter a chama acesa, apoie os
artistas seja indo aos shows, adquirindo os álbums ou divulgando aos
seus amigos, pois acredite! Viver de Reggae no Brasil não é nada fácil.

Basta acreditar, mostrar o verdadeiro significado do reggae para cada um, como uma corrente. Não podemos deichar o verdadeiro reggae morrer. O que vemos hoje é uma palhaçada, mudam totalmente a essência do reggae, mas na midia tratam como reggae, cade o som marcante do baixo e da bateria no ritmo? É só entender um pouco de musica para saber qual reggae ainda tem essência no Brasil, que são poucos! Tomara que a moda passe, e que o original reggae jamaicano volte!

Reggae no Brasil: De quem é a culpa?

O reggae não está em seu melhor momento mundialmente falando, e no Brasil a coisa está ainda mais delicada. Num país onde até “créu” vira sucesso, não nos admira que os empresários ignorem a qualidade, seja técnico-musical ou ideológica, e dêem importância somente ao dinheiro, que querendo ou não é o que move o “show business”. Por esse motivo surge a pergunta: de quem é a culpa? Dos “magnatas”? das gravadoras? do “sistema”?  de bandas sem ética rastafari? Quando se trata de reggae, sempre surgem os que acham que a culpa é toda do “sistema”, ou “babilônia” como geralmente o denominam, se esquecendo que todos, querendo ou não, estão inseridos nela, e de uma forma ou outra estão relacionados com grande parte ou totalidade dos acontecimentos.

Antes que alguém comece a levantar as foices, vamos elucidar a questão. Quem rege o mercado somos nós, amantes do reggae, que precisamos exigir qualidade nos produtos que nos são oferecidos. Há algum tempo é notório que ser “regueiro” se tornou algo tentador na cabeça fraca de muitos jovens. Não sabemos se pelo estilo, pela ideologia (que a maioria não conhece ou não entende) ou mais provavelmente pela Ganja, ou maconha como foi batizada no Brasil. A relação que se criou do reggae com a ganja por aqui é quase que totalmente deturpada, fugindo da sua verdadeira ideologia. Apesar desse assunto ser extremamente importante, a idéia deste texto é outra.

A Deficiencia

Após acompanhar shows internacionais de reggae no Brasil a aproximadamente dez anos, tendo inclusive trabalhado diretamente nas turnês de grandes nomes como Israel Vibration e Alpha Blondy, temos percebido uma queda assustadora no público alvo dessas apresentações. A realidade é que nos últimos 3 anos, quando temos apenas nomes consagrados se apresentando numa noite, o risco é cada vez maior para os produtores. Ao mesmo tempo, vemos acontecer verdadeiras maratonas onde uma atração internacional de peso divide o palco com 5 ou mais bandas locais, que após se apresentarem levam embora grande parte do público.

Mas por que isso tem acontecido? Por onde anda o público que há 10 anos atrás lotava um show onde na mesma noite tínhamos Black Uhuru, The Wailers, Andrew Tosh e Dennis Brown? Será que se um show desse acontecesse hoje no Brasil teria a mesma repercussão? Apostamos com qualquer um que não! Acreditamos que isso se dá por uma soma de diversos fatores que vai desde a inexistência de um selo nacional que lance os grandes nomes do Reggae (como acontecia há 10 anos atrás), até a onda de mediocridade pela qual o Brasil tem passado, onde se dá mais valor à uma música que fala de “bunda” do que a outra que fala da verdade.

A Polêmica do “morno”

No último dia 7 de março de 2008, o Steel Pulse fez um show longe de sua real capacidade. Sabemos que algumas pessoas quando gostam muito de algo têm o senso crítico prejudicado, mas é preocupante saber que para alguns, por “X” ou “Y” se tratarem de lendas, os mesmos podem fazer qualquer coisa que será sempre bom. Já que é assim, imagina se o Steel Pulse ou qualquer banda consagrada mudasse o seu estilo e fizesse músicas que só falam de sexo, drogas e ofensas?

Apesar de não ser comum, alguns dos monstros sagrados do Reggae já passaram por isso, num momento em que perceberam que as pessoas estavam dando mais valor a músicas que falavam de “vagina” (vide os dancehalls proibidos similares aos funks cariocas) do que canções de protesto e amor entre as pessoas. Mas a pergunta que não quer calar é: Por que será que a mesma banda que levou 5 mil pessoas ao seu show a 3 anos atrás dessa vez levou apenas 1.400? Será que foi somente a divulgação?

Boa parte do público tem se contentado com qualquer coisa e aceitado tudo o que a mídia tem empurrado goela abaixo. Isso faz com que os grandes nomes tenham que competir com outras bandas, que muitas vezes não tem qualidade alguma, mas se mantém na mídia. Por esse motivo, hoje em dia as casas de show “menores porém estruturadas” (os famosos “Halls”), estão recebendo mais bandas de reggae internacionais do que antigamente, e isso se deve a preocupação de empresários do setor em conseguir lotar os estabelecimentos. Para bancar o artista estrangeiro em um lugar pequeno não tem jeito: o ingresso termina ficando mais caro. E vocês acham que os “regueiros originais” é que lotam estes lugares? Não mesmo!

Público-Geral: A verdade e a importância

O público é dividido entre os amantes do reggae, pessoas que gostam de reggae e muitos que estão ali somente porque alguém disse que ia ser bacana, então foi pra conferir e se divertir. Esse nicho que curte vários estilos e tem uma situação financeira estável, é que é o foco da divulgação, porque o amante de reggae não precisa ser avisado pela grande mídia que o The Congos, por exemplo, está vindo pro Brasil, ele já iria saber através do site oficial, através de outros amantes do reggae, enfim, o sucesso do evento é por causa do que chamamos de “público-geral”.

Esse “público-geral” é muito mais numeroso que qualquer amante de reggae ou de qualquer estilo, ele quer somente pegar uma carona na diversão do público fiel regueiro, punk, etc. No techno, por exemplo, quantos numa rave realmente gostam do ritmo, sacam as viradas, conhecem os djs, vestem o estilo? Boa parte está alí para “conferir as gatas”, consumir drogas, etc, etc… bem parecido com nosso cenário reggae, não? Você que é amante do ritmo de jah ou das famosas “techneras” não vê isso? Não se incomoda em ver jovens estirados no chão cercados de vômito em plena apresentação principal ou ainda moleques que fumam ganja até ficarem praticamente incomunicáveis gritando: “JAH RASTAFARI”?

Então aí é que fica evidenciado o problema, esse público geral tem se afastado cada vez mais do Reggae, pois o mesmo atualmente está restrito apenas à mídia especializada. É preciso maior investimento por parte das pessoas que fazem o ritmo no Brasil? Sim! Mas também é preciso mais incentivo por parte dos que o admiram! É preciso que as pessoas compareçam mais aos shows, divulguem no boca-a-boca e até comprem os CDs quando os mesmos estiverem com preços justos. Baixar tudo pela internet não faz de ninguém colecionador ou grande contribuidor, pois os músicos e os produtores, assim como qualquer outra função precisam de dinheiro pra sobreviver.

É triste, essa coisa de mistura… não tem como fugir, mas nem tudo é terror. Temos um público diferente, com senso crítico, que quer se divertir e gastar seu dinheiro, mas somente em coisas boas, e mesmo com essas características, ainda faz parte do “público-geral”. Imagine um grupo de pessoas deste público mais seleto, que todos sabem que frequentam shows de reggae, começando a perceber fatos que citamos no show do Steel Pulse, tais como guitarrista usando “papel de cola” para não esquecer as notas das músicas? Eles simplesmente começam a riscar o reggae de sua lista de interesse. O resultado é essa queda brusca que vêm cada vez mais desestimulando o mercado reggae no país.

Seu apoio é sua presença

Quer a prova de que SÓ amantes do “reggae original” não enchem show algum? Temos vários, dentre eles podemos citar o Festival Internacional de São Paulo no Via Funchal em 2001. Após tocarem Tribo de Jah, Maskavo e Planta & Raíz, bandas de renome na mídia, grande parte do público deixou o local, sendo que ainda se apresentariam nomes lendários como Sylvia Tella, Fully Fullwood e U-Roy. Cadê aquele amor todo? Ou será que o público não compareceu ao evento pelas manjadas desculpas do “ah… o lugar é longe”, “tá caro”, “não vou porque odeio bandas populares e eles vão tocar também”? Claro que não!

A mídia move muitas pessoas, principalmente num país como o nosso, onde o acesso à educação é tão complicado. É por essas e outras que os regueiros do Brasil precisam rezar e muito para um dia verem por aqui bandas clássicas como Mighty Diamonds, Max Romeo, Twinkle Brothers, The Congos, Wailing Souls, etc. Se não valorizarmos a cena reggae por aqui, bandas sem qualidade vão continuar surgindo, eventos cada vez mais cansativos vão continuar acontecendo e as grandes lendas e seus produtores não verão motivos palpáveis para manter ou incluir o Brasil em sua rota de apresentações.

(Aguardem mais artigos da série)

Checklist de Mangás - Julho/08

Este mês há algumas mudanças no checklist, como: a Conrad atrasou Delivery Service of Corpse 3 (que vai ser lançado na primeira semana de agosto e a Conrad já colocou em pré-venda na sua loja), a NewPOP lançou Dark Metrô 1(que pode ter um review em breve), xxxHOLiC 13 vai ser lançado depois de alguns meses de atraso e Hellsing e Nana já estão em venda no AnimeFriends e nas melhores comic stores do país. Via Anime, Mangá e TV Paga

P.S: Obrigado ao Lancaster do Sistema Corso pela correção no checklist da Lumus/NewPop

Conrad Editora

One Piece #69 de Eiichiro Oda (Periodicidade mensal, formato 13,4 x 20,2 cm, 112 páginas - R$ 6,30 - distribuição nacional)

Dragon Ball - Edição Definitiva #15 de Akira Toriyama (Periodicidade indefinida, formato 14 x 21 cm, 240 páginas - R$19,90)

Editora JBC

FullMetal Alchemist #32 de Hiromu Arakawa (revista mensal, formato 11,4 x 17,7 cm, 96 páginas - R$ 6,90 - distribuição setorizada)

Hunter X Hunter #7 de Yoshihiro Togashi (revista mensal, formato 12,5 x 18 cm, 200 páginas - R$ 10,90 - distribuição setorizada)

Inu-yasha #105 de Rumiko Takahashi (revista mensal, formato 11,4 x 17,7 cm, 96 páginas - R$ 6,90 - distribuição setorizada)

Tsubasa Reservoir Chronicle #18 por Clamp (revista mensal, formato 12 x 18 cm, 96 páginas - R$ 6,90 - distribuição setorizada)

Yu-Gi-Oh! #20 de Kazuki Takahashi (revista mensal, formato 12,5 x 18 cm, 200 páginas - R$ 10,90 - distribuição setorizada)

Utena #3 de Chiho Saito e Be Papas (revista mensal, formato 11,4 x 17,7 cm, 96 páginas - R$ 5,90 - distribuição setorizada)

Negima #24 de Ken Akamatsu (revista mensal, formato 11,4 x 17,7 cm, 96 páginas - R$ 6,90 - distribuição setorizada)

Onegai Twins #2 de Akikan e Estúdio Please (revista mensal, formato 11,4 x 17×7 cm, 150 páginas - 6,90 - distribuição setorizada)

XXXHolic #13 por Clamp(revista bimestral, formato 12 x 18 cm, 96 páginas - R$ 6,90 - distribuição setorizada)

Nana #1 de Ai Yazawa (periodicidade indefinida, formato 13,4 x 20,2 cm, 200 páginas - R$ 10,90 - distribuição setorizada)

Hellsing # 1 de Kohta Hirano (periodicidade indefinida, formato 12 x 18 cm, 96 páginas - R$ 6,90 - distribuição setorizada)

Os Cavaleiros do Zodíaco - The Lost Canvas: A Saga de Hades #6 de Masami Kurumada e Shiori Teshirogi (revista bimestral, formato 13,4 x 20,2 cm, 200 páginas, R$ 12,90, distribuição nacional)

Editora Panini/Planet Mangá

Naruto # 15 de Masashi Kishimoto (revista mensal, formato 13,7 x 20 cm, 192 páginas, R$ 9,90, distribuição setorizada)

Berserk # 39 de Kentaro Miura (revista mensal, formato 13 x 18 cm, 128 páginas, R$ 5,90, distribuição setorizada)

Angel Sanctuary # 39 de Kaori Yuki (revista mensal, formato 11,4 x 17,7 cm, 112 páginas, R$ 5,90, distribuição setorizada)

Gantz # 13, de Hiroya Oku (formato 13,7 x 20 cm, 208 páginas, R$ 9,90, distribuição setorizada, em andamento)

Colégio Ouran Host Club # 2, de Bisco Hatori (revista mensal, formato 11,4 x 17,7 cm, 192 páginas, R$ 9,90, distribuição setorizada)

Kare First Love # 3, de Kaho Miyasaka (série mensal em dez volumes, formato 13,7 x 20 cm, 192 páginas, R$ 9,90, distribuição setorizada)

Galism # 3, de Mayumi Yokoyama (série mensal em dez volumes, formato 13,7 x 20 cm, 192 páginas, R$ 9,90, distribuição setorizada)

Bleach # 13 de Kubo Tite (revista mensal, formato 13,7 x 20 cm, 208 páginas, R$ 9,90, distribuição setorizada)

Conde Cain # 12 - God Child #7 de Kaori Yuki (série em 13 volumes, formato 11,4 x 17,7 cm, 192 páginas, R$ 9,50, distribuição setorizada)

Colégio Ouran Host Club # 2 de Bisco Hatori (revista mensal, formato 11,4 x 17,7 cm, 192 páginas, R$ 9,90, distribuição nacional) * Lançamento reprogramado para este mês

Full Metal Panic! Sigma # 2 (revista bimestral, formato 13 x 18 cm, 176 páginas, R$ 9,90, distribuição setorizada) * Lançamento reprogramado para este mês

Sunadokei # 2 (revista bimestral, formato 13,7 x 20 cm, 204 páginas, R$ 9,90, distribuição setorizada) * Lançamento reprogramado para este mês

Wanted, de Matsuri Hino (edição especial/one-shot, formato 11,4 x 17,7 cm, 208 páginas, R$ 9,90, distribuição nacional) * Lançamento reprogramado para este mês

NewPop Editora / Lumus Editora

The Dreaming - Sonho Macabro # 1 de Queenie Chan (série em três volumes, formato 12,7 x 19 cm, 192 páginas, R$ 10,00, distribuição setorizada, comic shops e livrarias) [Somente Lumus]

Dark Metrô # 1 de Tokyo Calen e Yoshiken (revista bimestral, 3 volumes, formato 12,7 x 19 cm, R$ 10,00, distribuição setorizada) [Somente NewPop]

Ark Angels # 1 de Sang-Sun Park (revista mensal, formato 12,7 x 19 cm, 176 páginas, R$ 10,00, distribuição setorizada)

Tarot Café # 6 de Sang-Sun Park (revista mensal, formato 19 x 12,7cm, 176 páginas, R$ 10,00, distribuição nacional)

Oportunidade para um produtor de games no Brasil

A Ubisoft está inaugurando uma filial de produção em São Paulo que, a princípio, vai empregar 40 funcionários, sendo a maioria deles brasileiros. É a chance de ingressar em uma indústria bilionária e de trilhar carreira internacional (se estiver interessado em trabalhar na Ubisoft São Paulo, envie seu currículo para jobs.brazil@ubisoft.com).

Mas o que é preciso para trabalhar com jogos? O primeiro passo, como em qualquer profissão é dedicar-se aos estudos. Apesar de estar engatinhando na produção de jogos, o Brasil já possui cursos especializados na área.

Além disso, é preciso escolher qual a sua especialidade ou vocação. Produzir um jogo atualmente exige o trabalho mútuo de dezenas de profissionais em diversas áreas, como programação, arte e design. Para quem gosta de ciências exatas, a área de programação é a ideal, enquanto que a parte artística, geralmente mais requisitada pelos estúdios, é indicada para pessoas que se dão bem com desenho e softwares gráficos.

Já o game designer precisa ser multidisciplinar, pois além de ter uma visão geral do projeto, deve manter contato direto com os programadores e artistas para que o jogo saia com a mecânica e identidade visual planejadas. Elementos de narrativa, quando não trabalhados por escritores, também são de responsabilidade do designer. Outros cargos envolvem a área de testes, a qual exige muita metodologia, e sonora, que geralmente é dividida em design de som, para a criação de efeitos sonoros, e composição, para a trilha musical.

Veja abaixo o que faz alguns dos profissionais da área de produção de jogos e, nas tabelas, universidades que oferecem já cursos ou mantém grupos de estudo.

Animadores: Como o próprio nome sugere, o animador dá vida a desenhos inanimados, utilizando técnicas manuais e ferramentas digitais. Embora existam diferentes tipos de animação, como às feitas a mão, em tecnologia Flash, em pixel, 3D, stop-motion (feita a partir de uma seqüência de fotografias, como as animações de massinha) e rotoscopia (na qual desenha-se por cima de cada quadro de uma filmagem com atores reais), a base de conhecimento da atividade é sempre a mesma; o que mudam são as técnicas e as ferramentas.

Raramente um bom trabalho de animação é feito por uma pessoa só. Existem diversas etapas durante o processo, começando por um storyboard (seqüência de quadros para cenas animadas, como em um gibi, que descrevem toda a ação, do começo ao fim), rascunhos dos desenhos, finalização, digitalização, colorização e mais. As animações em 3D também começam a partir do storyboard e de desenhos para referência, seguindo para a modelagem dos personagens e cenários para, apenas então, dar início ao processo de animação. No caso dos jogos, o profissional também cria ciclos de animação para as ações do personagem.

Artista 2D: O artista 2D geralmente é responsável pela criação de ilustrações conceituais de personagens e cenários, além da criação, captura e edição de texturas para modelos em 3D. O domínio das técnicas de desenho e de softwares como o Photoshop é indispensável. Geralmente sob o comando de um diretor de arte, o artista 2D é responsável por dar forma e aparência ao universo e personagens idealizados pelo game designer, portanto, é preciso saber lidar com diversos estilos de desenho. Em jogos para consoles portáteis e celulares, o artista 2D deve ter uma boa noção de desenho e técnicas em pixel art.

O mapeamento de texturas em modelos 3D também pode ser feito pelos artistas 2D, portanto o trabalho com fotografias e a noção de texturização de objetos em 3D é bem-vinda. Outros elementos em 2D dos jogos, como mapas, botões, itens e interfaces, também podem ser feitos por estes profissionais.

Artista 3D: Uma vez que o artista 3D trabalha diretamente com o diretor de arte, game designer e artista 2D, ele precisa não apenas dominar softwares 3D como também ter noções de desenho e, principalmente, de modelagem de esculturas. A partir da arte conceitual, o artista 3D cria em softwares tridimensionais modelos para serem usados diretamente nos jogos, seja de personagens ou cenários. As esculturas em massinha geralmente são usadas como referência para objetos e personagens mais complexos, mas o processo não é obrigatório.

Todos os objetos que compõem o universo de um jogo em 3D, desde pequenos itens até personagens e chefes, são trabalhos por esses artistas, muitas vezes em conjunto com outros profissionais, como os artistas 2D. O mapeamento de texturas em objetos tridimensionais também pode ser feito pelo artista 3D, que geralmente têm um maior conhecimento de propriedades de materiais, aplicado na etapa de finalização dos cenários e personagens, aumentando assim o realismo do jogo.

Especialistas em efeitos especiais:
Em jogos em 3D, o especialista em efeitos especiais fica encarregado de dar retoques às texturas, materiais, iluminação e demais aspectos que compõem os cenários e personagens, aumentando o realismo do ambiente virtual, além de criar efeitos visuais. No desenvolvimento de “Bioshock”, por exemplo, no qual a água era um elemento-chave e precisava de um tratamento diferenciado, o especialista em efeitos especiais foi o responsável por trabalhar nos aspectos físicos deste elemento, tornando-o convincente o suficiente para causar a sensação de realismo. Para tanto, o especialista em efeitos especiais trabalha com softwares 3D, de edição de imagem e vídeo, mesclando os resultados a partir de técnicas e importando-os para dentro do jogo.

Mangá Nana confirmado pela JBC (mas sem data definida)

Hoje, na final do WCS (World Cosplay Summit), foi finalmente anunciado a publicação de Nana pela Editora JBC. A compra do mangá pela editora já circulava pelo orkut faz algum tempo, agora epnas ouve a confirmação. O formato será tankoban e possivelmente custará R$ 10,90.

O mangá começou a ser publicado nas páginas da revista Cookie (Shueisha) em 2000, conta atualmente com 19 volumes e acumularam mais de 43,6 milhões de cópias vendidas, sendo que apenas o último volume lançado vendeu mais de 780 mil cópias. Nana foi criado pela mangaka Ai Yazawa, também é autora de Paradise Kiss e fez o character design de Princess Ai. Devido ao seu sucesso, Nana foi adaptado em dois filmes live action e também em anime pelo estúdio Madhouse.

Sinopse: Duas garotas, mesma idade, mesmo nome. Contudo não poderiam ser mais diferente. Uma é ingênua que sempre gosta dos piores caras, a outra uma roqueira com um temperamento violente e um passado solitário. Ambas se mudam de suas cidades-natais para Tokyo, em busca de seus sonhos de amor, música e descobrimento pessoal. O encontro delas muda suas vidas em sentidos que elas não imaginavam ser possíiveis…até o ponto da vida se tornar impossível de se viver sem a outra do lado.

Nana ainda não tem previsão de lançamente, assim como Hellsing.

A moda dos assassinatos de crianças agora…………

Polícia diz ter prendido pai que feriu e tentou jogar filho pela janela

Caso ocorreu em São José dos Campos; criança recebeu duas facadas e passa bem.
Responsáveis pela investigação suspeitam que homem tenha problemas psiquiátricos.

Um homem de 28 anos foi preso na madrugada deste sábado (21) após agredir e ameaçar jogar o filho, de três anos, do quarto andar do prédio onde mora, no bairro Jardim Satélite, em São José dos Campos.

De acordo com a polícia, o pai da criança teria cortado a rede de proteção e, com o filho no colo, ameaçava jogá-lo.  Enquanto o pai ameaçava a criança, a mãe ficou trancada dentro de um quarto no apartamento. 

Os policiais que atenderam a ocorrência contam que, enquanto o homem mantinha o filho no colo e um vizinho tentava evitar que ele ferisse a criança, decidiram arrombar a porta e libertar o menino. De acordo com a reportagem da TV Vanguarda, a criança  foi levada para o hospital com dois cortes profundos provocados por uma faca. A mãe só conseguiu sair do local onde estava presa com a chegada dos policiais.

(Imagem Ilustrativa)

O delegado que conduz as investigações não aponta uma causa específica para o que aconteceu, mas diz que há fortes indícios de que o pai sofra de problemas psiquiátricos.

O rapaz de 28 anos ficou preso sob escolta no Hospital de Saúde Mental, no Jardim Satélite. Depois, ele foi levado para a cadeia de Jacareí. Um dos golpes de faca atingiu o pulmão do menino. Ele foi operado e passa bem.

 

PS: Parece a que a moda agora é copiar o estilo de assassinato dos outros./

Adaptado de: GLOBO.COM

Mangá Blood+ no Brasil até o final do ano

 

A Panini Comics publica em julho (se não houver atrasos) o primeiro volume do mangá Blood+ (de Asuka Katsura). O mangá possui 5 volumes e custará R$ 9,90.

O mangá é uma adaptação da série de TV de Blood+ - sendo que esta, tem relação com o longa-metragem Blood: The Last Vampire (que também tem um mangá lançado pela Panini Comics.)

 

A franquia possui ainda duas séries: Blood+ Adagio (2 volumes) e Blood+ Yakō Jōshi (1 volume) que com toda certeza serão publicados na sequencia.

 

Sinopse

Saya é uma colegial que têm uma vida normal com sua família, porém, ela não consegue lembrar de nada do seu passado, o limite de sua memória é de 1 ano atrás. Saya foi adotada por um militar aposentado, que a cria junto com seus dois outros filhos também adotados, Riku e Kai. Quando Saya reencontra Hagi e ouve sua melodia ela começa a lembrar de seu passado, porém a medida em que sua memória retorna, os problemas de Saya também voltam. Saya entra em uma batalha contra os Chiropterans, seu sangue é o único que pode derrotar os Chiropterans. O que Saya descobre no decorrer das batalhas é que ela não é a única rainha do Chiropterans, Diva é sua irmã gêmea e ela pretende acabar com os humanos, junto com seus cavaleiros (chevalier), Amshel, é o lider deles, que junto com Joel foram os descobridores dos casulos com Diva e Saya ainda bebês. A história se passa com Saya lutando com os Chiropterans, com a própria irmã e para descobrir o seu lugar no mundo como algo que não é humano.

- Sinopse retirada da (Wikipédia)

Via Anime Pró

CD com gravação caseira de Renato Russo sai em julho

Desde a morte de Renato Russo, 12 anos atrás, sete discos e dois DVDs póstumos foram lançados (dele e da Legião Urbana). Mas a fonte ainda não secou. Em julho, chega às mãos dos fãs ‘O Trovador Solitário’, CD que reunirá 11 faixas gravadas ao violão por ele em 1982, em casa, bem antes de fazerem sucesso - entre elas, Faroeste Caboclo, Eu Sei (que se chamava 18 e 21), Eduardo e Mônica e Dado Viciado. A iniciativa é do pesquisador musical Marcelo Fróes, que era amigo de Renato (o CD sai por seu selo, o Discobertas; a distribuição será feita pela Coqueiro Verde Records).

O material do disco foi registrado por Renato aos 22 anos, em sua casa, em Brasília, com um gravador portátil - estava numa fita cassete, cujo áudio foi remasterizado. “O áudio está muito bom, não muito diferente do que obtivemos para algumas faixas incluídas no CD Renato Russo Presente, em 2003″, conta Fróes. O disco a que ele se refere trouxe quatro canções inéditas e trechos das últimas entrevistas concedidas por Renato (ele morreu, em decorrência da aids, em 11 de outubro de 1996).

Uma faixa de Presente que se repete neste CD é Boomerang Blues (’Tudo o que você faz/Um dia volta pra você/ E se você fizer o mal/Com o mal mais tarde você vai ter de viver’), composição de Renato que, em 2003, foi finalizada com a participação de integrantes do grupo Blues Etílicos. O título O Trovador Solitário foi escolhido porque foi assim que ele passou a se autodenominar depois de deixar sua primeira banda, o Aborto Elétrico - foi também o escolhido para a biografia do compositor que o jornalista Arthur Dapieve lançou em 2000.

Fróes não liberou audições do CD e não revela quais são suas outras faixas - quer fazer surpresa para a grande legião de órfãos de Renato. “Acho que (o impacto nos fãs) será muito grande, pois vai registrar oficialmente um momento muito importante de Renato, entre o fim do Aborto e a fundação da Legião, quando ele era ‘o trovador solitário’ e tocava de voz e violão por aí”, acredita. O lançamento do CD foi marcado por ocasião do Dia Mundial do Rock, comemorado em 13 de julho.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, via Yahoo! Brasil